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Parto domiciliar. Sim ou Não?

September 26, 2017

Tema polêmico, com 2 correntes bem definidas e embasadas... os que são a favor, e os que são contra.  O que você pensa sobre o parto domiciliar? Escreve aqui pra gente! 
O parto domiciliar, é um parto planejado para acontecer na casa da gestante. Para realizá-lo, é preciso contratar uma equipe especializada,  que deve ser formada por 2 enfermeiras obstetras ou obstetrizes e a doula. Vale ressaltar, que o pré requisito fundamental para um parto domiciliar, é que a gestante esteja na categoria de baixo risco (ou risco habitual). Quem dá este diagnóstico, é a equipe de enfermeiras obstetras ou as obstetrizes. 
É muito importante que a gestante esteja muito certa desta decisão, de ter um parto domiciliar, que esteja se sentindo segura e tenha conhecimento básico sobre como funciona o trabalho de parto.

Esta preparação inicial da gestante, faz toda a diferença, pois com um conhecimento maior sobre os processos do parto, ela terá maior capacidade para lidar com os desconfortos e enfrentar tudo com mais facilidade, além de ter segurança da sua decisão quando for interrogada ou criticada pelas pessoas ao seu redor (isso é muito comum aqui no Brasil. O parto domiciliar não é visto com bons olhos por muitas pessoas e profissionais de saúde). O parto domiciliar funciona exatamente como um parto no hospital. O que muda é a maneira como a equipe e gestante lidarão com cada fase do trabalho de parto.

A equipe especializada, chega na casa da gestante já preparada com todo o material necessário para fazer os procedimentos e lidar com alguma intercorrência, caso ela ocorra.

As intervenções médicas, que na maioria dos hospitais são medidas rotineiras, são evitadas ao máximo quando a gestante escolhe parir em casa. Os métodos para lidar com a dor são naturais, o ambiente familiar funciona como um lugar de fortalecimento e acolhimento da mulher.

Qual a opinião do Ministério da Saúde sobre o parto domiciliar?

O Ministério da Saúde (2016) considera que não se deve desencorajar o planejamento do parto no domicílio, desde que o mesmo seja realizado por profissionais capacitados e com transferência definidas, caso seja necessário. Ainda, destaca as enfermeiras obstétricas e obstetrizes como profissionais chaves na assistência ao parto fora do hospital (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2016).

 

E o que a Organização Mundial da Saúde "defende"?

Vamos lá, peguei do site "estudamelania.blogspot.com.br (blog da ginecologista obstetra PhD.,

 

dra. Melania Amorim) as seguintes informações:

 

"Apesar da posição contrária de alguns conselhos regionais de Medicina e da Federação Brasileira de Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), que vêm sistematicamente desaconselhando o parto domiciliar, devemos destacar que tanto a Organização Mundial de Saúde (OMS) como a Federação Internacional de Ginecologistas e Obstetras (FIGO) respeitam o direito de escolha do local de parto pelas mulheres e reconhecem que, quando assistido por profissionais habilitados, há benefícios consideráveis para as mulheres que querem e podem ter partos domiciliares. A OMS reconhece como profissionais habilitados para prestar assistência ao parto tanto médicos como enfermeiras-obstetras e parteiras e recomenda que as mulheres podem escolher ter seus partos em casa se elas têm gestações de baixo-risco, recebem o nível apropriado de cuidado e formulam planos de contingência para transferência para uma unidade de saúde devidamente equipada se surgem problemas durante o parto(1–3). Por sua vez, a FIGO recomenda que "uma mulher deve dar à luz num local onde se sinta segura, e no nível mais periférico onde a assistência adequada for viável e segura” (4). Outras sociedades no mundo, como o American College of Nurse Midwives (5), a American Public Health Association (6), o Royal College of Midwives (RCM) e o Royal College of Obstetricians and Gynaecologists (RCOG) (7) apoiam o parto domiciliar para mulheres com gestações não complicadas. De acordo com a diretriz do RCM e do RCOG, “não há motivos para que o parto domiciliar não seja oferecido a mulheres de baixo risco, uma vez que pode conferir consideráveis benefícios para elas e suas famílias” (7)."

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